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Interatividade e dinamismo marcam palestra sobre inteligência emocional e autoconhecimento


 

A programação especial com atividades online em homenagem às mulheres chega a sua terceira semana com a participação da profissional Regina Lopes, que na última sexta-feira, 26, ministrou palestra sobre equilíbrio emocional e autoconhecimento. A atividade faz parte do ciclo de palestras com o objetivo de transmitir conteúdos que despertem a melhoria da autoestima, de maneira interativa e leve.

 

Regina Lopes trabalha com terapia holística, ioga, meditação e tantra. É também estudiosa em autoconhecimento, física quântica e saúde emocional. “É preciso evoluirmos, mas essa evolução tem de ser feita com leveza, conhecimento, habilidade e inteligência emocional”, disse.

 

A profissional lembrou que o processo não é fácil. As mudanças não acontecem da noite para o dia. “Não estamos bem o tempo todo, mas é possível alcançar a plenitude através do exercício diário”.


Ela comentou sobre uma pesquisa da Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2018, que coloca o Brasil como o país com maior prevalência de depressão da América Latina e o segundo com maior prevalência nas Américas, ficando atrás somente dos Estados Unidos, onde 5,9% da população tem depressão. “Esta depressão vem de emoções não geridas e organizadas. A grande maioria desta população propensa são as mulheres”, afirmou a terapeuta.



“Isso decorre de as mulheres carregarem a bagagem de problemas alheios para si. Seja dos pais, do marido, do filho, de uma amiga. A partir do momento que você pega o problema do outro para resolver e não resolve, vem a depressão e é aí que entra a inteligência emocional. Até onde o fardo é meu e em qual momento devo frear essa atitude e saber discernir que a partir de determinado momento não mais comigo, mas já fiz a minha parte e dei o meu melhor”, comentou Regina.

 

A Inteligência emocional, conforme a profissional, vem dentro do contexto de gerir tudo o que sentimos, pensamos e tudo que gera comportamento. “Ao contrário do que muitos pensam, a inteligência emocional não é a habilidade de controlar as emoções, já que elas são o resultado de um processo químico que ocorre quando nosso cérebro registra alguma informação. Como o cérebro emocional é mais rápido que o racional, a pessoa não consegue controlar esse processo”.

 

Como nos eventos anteriores, antes de cada palestra, a professora Marília, do SESI Saúde de Porto Velho, realizou aula de ginástica laboral, transmitida remotamente às colaboradoras que atuam nas casas SESI, SENAI e IEL, braços sociais da Federação das Indústrias de Rondônia (FIERO).

 

Houve sorteio de brindes e foram contempladas as colaboradoras Jade Iasmin da Silva Ferreira Guzman, do IEL/Casa da Indústria e Tatiana Maira Botelho Ribeiro, da escola SESI-SENAI-IEL Lagoa, de Porto Velho. 


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