IMPRENSA
30 de setembro de 2018 - 09h13

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Sesi reúne pais e alunos para contar a história de Porto Velho através de seus monumentos

A 1ª. Caminhada Histórica promovida pela escola Sesi-Senai Lagoa aconteceu no último sábado, 29, e reuniu dezenas de pais, alunos e a equipe pedagógica para mostrar e contar a história da capital de Rondônia através dos monumentos e prédios históricos. Antes das oito da manhã o movimento de pais e alunos era intenso na Praça das Caixas D’Água, local escolhido para a concentração e início da aula de campo. Na sequencia, o grupo visitou a Catedral Sagrado Coração de Jesus, Palácio do governo, Mercado cultural, Unir centro e encerrando na Estrada de Ferro Madeira Mamoré.

Nos locais visitados, professores do Sesi falaram um pouco da história, das características físicas, tipo de arquitetura, importância e simbologia, importância histórica, dentre outras observações pertinentes relacionadas aos monumentos. Os estudantes que prestaram atenção ao que foi dito responderam perguntas feitas no final do passeio e ganharam brindes trazidos pela Siça, filha do Manelão, fundador da banda Vai quem quer e que falou sobre o carnaval e a importância do pai para a cultura carnavalesca de Porto Velho.

O professor Luciano Silva falou da estrutura física, quando foi montada, e finalidade das Caixas D’Água. Na Catedral Sagrado Coração de Jesus foi a vez das professoras Adriana Simões e Ana Paula Gonçalves. Sobre o Palácio do governo e mercado cultural falaram as professora Flávia Dias e Paula Falcão. O professor Ademir Junior contou um pouco sobre a Universidade Federal de Rondônia e encerrando a caminhada, os professores Maria Aparecida Medeiros, Ademir Junior e Ellen Botelho abordaram a Estrada de Ferro Madeira Mamoré, sua importância histórica para o surgimento de Porto Velho.

Na avaliação Jair Santiago Coelho, coordenador educação Sesi-Senai-IEL-RO, esta iniciativa do Sesi quebra o convencional ao realizar uma aula a céu aberto abordando os monumentos que contam a história da cidade. “É importante, pois ao mesmo tempo em que ensina, o Sesi aglutina os pais neste intercâmbio com os professores e a direção da escola. Em meu ponto de vista foi uma ideia elogiável porque traz uma forte integração escola, aluno e família”, argumenta.

Ainda segundo o coordenador, ao mesmo tempo em que os professores estão ensinando aos filhos também atualizam os conhecimentos dos pais. “Os alunos aprenderam que a leitura não apenas a palavra impressa, pois eles leram a cidade através dos seus monumentos históricos. Estes conhecimentos são importantes e impactantes no aprendizado de todos”, exulta.

De acordo com a pedagoga e coordenadora do quarto ao sétimo ano, Tatiana Maíra Botelho Ribeiro “o projeto tem o objetivo de resgatar os valores históricos de Porto Velho tendo em vista que dia 2 de outubro é comemorado o aniversário da nossa capital. Antes desta caminhada, os alunos assistiram em sala de aula, uma palestra ministrada pelo historiador Anísio Gorayeb que falou sobre a construção da nossa cidade, como nasceu e suas histórias e a contribuição dos monumentos. A caminhada histórica é a segunda etapa deste um projeto voltado ao resgate da história de Porto Velho”, disse.

No ponto de vista da coordenadora de Educação, Juliane Loubach, este tipo de atividade é uma das propostas da metodologia do Sesi com o objetivo de ofertar aos alunos a teoria em sala de aula e a vivência prática que agrega mais conhecimento. “O professor atua como mediador deste conhecimento através da interação com os alunos. A participação dos pais também significativa. Foi um volume expressivo e este é um diferencial do Sesi que sempre convida a família dos alunos para participar desta vivência, pois todos aprendem”, afirmou.

Victor Santos, aluno do quarto ano ressaltou que a caminhada histórica foi excelente, pois aprendeu mais sobre Porto Velho. “Aprendi o que aconteceu antes de eu nascer. Também aprendi sobre como os monumentos foram feitos, as histórias e importância de cada um”, falou.

A nutricionista Sirlene Santos, mãe do Victor, contou que o filho mais velho estudou no Sesi desde os três anos de idade e saiu aos dezoito e o mais novo também é aluno do Sesi. “Essa iniciativa da escola foi interessante. Uma coisa é o aluno estudar a teoria em sala de aula, outra bem diferente é o que aprende fora da sala. Quando o aluno vê a absorção do conhecimento é melhor. Estes conhecimentos adquiridos nesta atividade eles vão levar para toda vida”, declarou.

Assessoria de Comunicação Social do Sistema Fiero

 


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