IMPRENSA
17 de agosto de 2020 - 10h04

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Gerente de Projetos Educacionais do SESI Departamento Nacional destaca projeto do SESI de Vilhena

Em podcast veiculado no portal da agência de Notícias da Confederação Nacional da Indústria (CNI), com o tema “Muito além dos robôs: Minecraft em sala de aula”, a gerente de Projetos Educacionais do SESI Departamento Nacional, Katia Marangon explicou como alguns games têm sido usados em sala de aula, entre eles, o Minecraft com o objetivo de engajar os alunos em tempos de pandemia.

Os games possuem uma linguagem cativante, capaz de envolver profundamente crianças e adolescentes. Por isso mesmo que há algum tempo educadores dos colégios SESI vêm aprimorando formas de usá-los como recurso educativo relevante e as várias aplicações da robótica e da tecnologia na vida das pessoas.

Segundo a gerente de Projetos Educacionais do SESI Departamento Nacional, Katia Marangon, a parceria Microsoft SESI, firmada em 2017, através de um protocolo de intenções. Em 2018 fizemos a contratação da Microsoft com todo o pacote do Officer 365, que inclui várias outras soluções de comunicação e interação. E um dos recursos, pensando na rede SESI de Educação, que tem ligação com a indústria e a tecnologia, foi o Minecraft.

 

“A aceitação tem sido excelente, assim como os resultados” afirma Katia. “Posso citar o SESI-SENAI de Vilhena, Rondônia, que lançou um projeto neste período de pandemia, chamado “Estar na escola sem estar na escola”. Foi criado uma infraestrutura recriando o espaço da escola e disponibilizaram para os estudantes. Com a mediação do professor de robótica, os alunos conseguem se sentir na escola, visualizando virtualmente os ambientes, por onde podem navegar”, disse.

 

Alguns educadores, como o professor Silvio Luiz Vichroski, do SESI-SENAI de Vilhena, viram nos jogos a oportunidade de usá-los nas aulas de história, com o objetivo de levar os alunos para cenários como o Egito antigo ou as cruzadas. Afinal, os jovens estão jogando e a ideia é aproveitar o espaço para a educação.

 

Vichroski ressalta que o Minecraft, considerado uma febre sem precedentes, que conta com 40 milhões de usuários no mundo todo, está sendo usado por milhares de educadores, na sua versão educacional. O Minecraft é um jogo de criação e sua utilidade é ilimitada.

 

O professor lembra que o SESI-SENAI está sempre buscando novas possibilidades tecnológicas e sua empregabilidade no processo ensino/aprendizagem. “A vivência de um jogo ou da criação de um espaço e de um mundo, influência e favorece o aprendizado dos alunos”, finaliza.

 

Assessoria de Comunicação Social FIERO

 

 

 


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