IMPRENSA
21 de setembro de 2020 - 10h16

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SESI-SENAI-IEL de Ji-Paraná e Jaru reforça importância e participa do ‘Setembro Amarelo’

O colégio SESI-SENAI-IEL de Ji-Paraná/Jaru reforçou a importância da campanha ‘Setembro Amarelo’ preparando uma decoração temática e exibição de um vídeo da coach do bem-estar, Dileia Brun, com o objetivo de conscientizar colaboradores e clientes. A ação contou com coordenação da gerente Cintia Aparecida Alves e a participação da auxiliar de enfermagem Amanda Andrade Santos, da recepcionista da unidade, Whalita Nunes Moraes e o apoio de toda a equipe.

 

A primeira medida preventiva é a educação. Durante muito tempo, falar sobre suicídio foi um tabu, havia medo de se falar sobre o assunto. De uns tempos para cá, especialmente com o sucesso da campanha ‘Setembro Amarelo’, esta barreira foi derrubada e informações ligadas ao tema passaram a ser compartilhadas, possibilitando que as pessoas possam ter acesso a recursos de prevenção.

 

Amanda ressalta que em setembro, o SESI se dedica a todas as pessoas que sofrem em silêncio. “Tentamos conscientizar a sociedade em geral da importância da comunicação, do desabafo, do saber ouvir, e da atenção uns com os outros. Nos preocupamos em demonstrar que estamos ao lado de todos, seja companheiro de trabalho, cliente, família e até mesmo pessoas desconhecidas. Conversar é a melhor solução, porque alivia a alma, melhora nosso dia e nos ajuda a manter nossa mente sã”, explica.

 

Ainda de acordo com a auxiliar de enfermagem, a campanha precisa ser cada vez mais divulgada. “Aqui na unidade, a nossa gerente decorou com balões amarelos e cartazes com frases motivadoras. Desta incentivamos à reflexão sobre a importância da valorização da vida”, finaliza.

 

No ponto de vista da colaboradora Luciane Kriger Munis, é possível realizar ações, mesmo que simbólicas, para propagar informações e acabar com tabus, auxiliando na prevenção do suicídio. “Através da conscientização e divulgação do ‘Setembro Amarelo’, porque assim ajudaremos a salvar vidas, até com um simples bom dia. O SESI e toda a nossa equipe abraçou esta causa”, disse.

 

Cintia argumenta que falar abertamente sobre o assunto é muito importante. “Você, por exemplo, já parou para pensar o que leva uma pessoa ao suicídio? Já imaginou como se sente quem quer dar um fim à própria vida? Ou já se perguntou como pode ajudar alguém nessa situação? Essas são algumas das questões colocadas em uma cartilha do CVV (Centro de Valorização da Vida), que oferece apoio emocional e prevenção do suicídio por telefone (188), e-mail, chat e pessoalmente. O atendimento é voluntário, gratuito e com total sigilo”, ressalta a gerente.

 

Como o ‘Setembro Amarelo’ começou?

 

A campanha teve início no Brasil, em 2015, pelo Centro de Valorização da Vida (CVV) e Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). As primeiras atividades realizadas pelo ‘Setembro Amarelo’ aconteceram na capital do país, Brasília. Entretanto, já no ano seguinte várias regiões de todo o país aderiram ao movimento e também participaram.

 

A Associação Internacional para a Prevenção do Suicídio (IASP) estimula a divulgação da causa em todo o mundo no dia 10 de setembro, data na qual é comemorado o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio. Esta data foi criada em 2003 pela Associação Internacional para a Prevenção do Suicídio e pela Organização Mundial de Saúde, com o objetivo de prevenir o ato do suicídio, por meio da adoção de estratégias pelos governos dos países. Neste dia, realizam-se cerca de 600 atividades em 70 países do mundo para salvar vidas.

 

Segundo dados recolhidos pela Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 800 mil pessoas tiram a própria vida todos os anos, sendo 75% destes indivíduos moradores de países de baixa e média renda. Estima-se que no mundo acontece um suicídio a cada 40 segundos. Atualmente, o suicídio é a segunda principal causa de morte entre jovens com idades entre 15 e 29 anos. Todos os dias, pelo menos 32 brasileiros tiram suas próprias vidas. Todos esses números poderiam ser evitados ou reduzidos consideravelmente se existissem políticas eficazes de prevenção do suicídio.

 

Assessoria de Comunicação Social FIERO

 


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