Workshop trata sobre práticas do SAEP na unidade do SENAI em Ji-Paraná
Alunos do SENAI CEET Porto Velho aprendem técnicas de primeiros socorros
Os estudantes do curso de Eletricista de Automóveis do SENAI CEET Porto Velho participaram nesta segunda-feira, 8, de uma atividade prática sobre Primeiros Socorros, conduzida pelo instrutor Jairo de Souza Lima. A ação buscou preparar os alunos para agir de forma correta em situações de emergência até a chegada do atendimento especializado.
Foram abordados procedimentos
essenciais, como a avaliação da cena do acidente, a checagem de sinais vitais e
as técnicas adequadas para mobilizar e transportar uma vítima. Entre os
exercícios realizados, destacou-se a simulação conhecida como “centopeia
humana”, em que os participantes, organizados em fila, trabalharam em conjunto
para conduzir uma vítima utilizando uma maca improvisada. O exercício
evidenciou a importância da cooperação e da comunicação durante o resgate.
O aluno Ruan Junior
Albuquerque da Silva, que na simulação foi uma das vítimas, ressaltou a
importância de treinamentos desta natureza. “Consegui sentir na pele o que uma
pessoa passa em um acidente. Isso me ajudou a entender a importância de manter
a calma e agir corretamente. Acredito que esse tipo de aula contribui muito
para o nosso aprendizado e nos prepara para ajudar alguém, caso presenciemos um
acidente na rua”, explicou.
O instrutor Jairo de Souza
Lima ressaltou que a prática favorece o aprendizado dos alunos. “Essa atividade
é importante para mostrar como retirar uma vítima de um local onde não é
possível mantê-la em pé. Trabalhamos também a necessidade da atuação em grupo,
algo essencial nas possíveis emergências”, ponderou.
A coordenadora de Educação do
SENAI CEET Porto Velho, Juliene Gonçalves, acompanhou a dinâmica da simulação e
falou sobre a relevância das atividades deste porte. “Nosso objetivo é preparar
cidadãos conscientes e aptos a agir com responsabilidade em diferentes
contextos. A prática de primeiros socorros mostra como o conhecimento técnico
pode salvar vidas”, afirmou.
Na avaliação da gerente da
unidade, Juliane Loubach Sordino, esse tipo de experiência amplia a formação
dos alunos: “Promover vivências como essa prepara nossos alunos para além do
mercado de trabalho. Saber como agir diante de uma emergência pode ser
decisivo, e essa prática mostra o quanto a formação técnica pode contribuir
para a sociedade”, comentou.
Jornalista: Andréa Machado Minuto
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