Criatividade e integração marcam a celebração da infância no SESI de Pimenta Bueno
Bússola e rosa dos ventos transformam aula de geografia em descoberta científica
Manusear a
agulha magnética e identificar o norte geográfico transformou a rotina das
crianças do 4º ano B da unidade do Serviço Social da Indústria (SESI) de
Vilhena, em atividade ocorrida nesta semana. A turma utilizou bússolas em sala
de aula para compreender o funcionamento do instrumento, a rosa dos ventos e o
campo magnético do planeta. Para a grande maioria, a ocasião representou o
primeiro contato físico com o equipamento navegacional, conectando os conceitos
teóricos dos livros à experiência real.
A imersão
organizada pela professora Nivea Gonçalves, a permitiu traçar paralelos entre
os mecanismos históricos de navegação e as tecnologias modernas de
posicionamento global, como o GPS. Durante o exercício, os alunos observaram a
movimentação do ponteiro, relacionando a orientação espacial com a leitura de
mapas. “A curiosidade da turma ao manusear o instrumento pela primeira vez
trouxe um significado diferente para o conteúdo traduzido em sala”, informou
Nivea. A aluna Yasmim Santos Paiva relatou a descoberta durante o processo. “Eu
nunca tinha usado uma bússola. Descobrir que ela aponta o norte geográfico foi
incrível”, disse.
O exercício
buscou aproximar a turma dos métodos clássicos de localização, estimulando a
capacidade de observação e o raciocínio espacial. A intenção pedagógica
envolveu demonstrar a relevância desses mecanismos na evolução científica e na
vida cotidiana, desenvolvendo a compreensão de mundo nos jovens aprendizes. “O
envolvimento demonstrado despertou o interesse pelo tema e fortaleceu o
aprendizado ao longo do dia. Todos estão de parabéns pela dedicação apresentada",
afirmou a pedagoga Marislene Novais de Assis.
Como
resultado do trabalho, as crianças consolidaram o conhecimento sobre
cartografia e ampliaram o interesse por tópicos ligados à geografia e à
exploração do espaço. A familiarização com os pontos cardeais serviu de base
para futuros estudos sobre o planeta, incentivando a turma a questionar como a
tecnologia evoluiu das agulhas magnetizadas aos aplicativos de mapas dos
celulares atuais.
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