IMPRENSA
24 de August de 2026 - 09h56

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Bússola e rosa dos ventos transformam aula de geografia em descoberta científica

Manusear a agulha magnética e identificar o norte geográfico transformou a rotina das crianças do 4º ano B da unidade do Serviço Social da Indústria (SESI) de Vilhena, em atividade ocorrida nesta semana. A turma utilizou bússolas em sala de aula para compreender o funcionamento do instrumento, a rosa dos ventos e o campo magnético do planeta. Para a grande maioria, a ocasião representou o primeiro contato físico com o equipamento navegacional, conectando os conceitos teóricos dos livros à experiência real.

 

A imersão organizada pela professora Nivea Gonçalves, a permitiu traçar paralelos entre os mecanismos históricos de navegação e as tecnologias modernas de posicionamento global, como o GPS. Durante o exercício, os alunos observaram a movimentação do ponteiro, relacionando a orientação espacial com a leitura de mapas. “A curiosidade da turma ao manusear o instrumento pela primeira vez trouxe um significado diferente para o conteúdo traduzido em sala”, informou Nivea. A aluna Yasmim Santos Paiva relatou a descoberta durante o processo. “Eu nunca tinha usado uma bússola. Descobrir que ela aponta o norte geográfico foi incrível”, disse.

 

O exercício buscou aproximar a turma dos métodos clássicos de localização, estimulando a capacidade de observação e o raciocínio espacial. A intenção pedagógica envolveu demonstrar a relevância desses mecanismos na evolução científica e na vida cotidiana, desenvolvendo a compreensão de mundo nos jovens aprendizes. “O envolvimento demonstrado despertou o interesse pelo tema e fortaleceu o aprendizado ao longo do dia. Todos estão de parabéns pela dedicação apresentada", afirmou a pedagoga Marislene Novais de Assis.

 

Como resultado do trabalho, as crianças consolidaram o conhecimento sobre cartografia e ampliaram o interesse por tópicos ligados à geografia e à exploração do espaço. A familiarização com os pontos cardeais serviu de base para futuros estudos sobre o planeta, incentivando a turma a questionar como a tecnologia evoluiu das agulhas magnetizadas aos aplicativos de mapas dos celulares atuais.


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