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Nimble apresenta trabalho em jornada acadêmica em Porto Velho
A equipe de
robótica Nimble, da unidade do Serviço Social da Indústria (SESI) de Porto
Velho, apresentou um estudo sobre a experiência dos estudantes na STEM Racing
durante a VIII Jornada Acadêmica Integrada e a VI Mostra de Pesquisa e Extensão
da Faculdade Católica de Rondônia (FCR). As alunas do Ensino Médio Yohanna
Freitas Ferreira e Isabela Karina dos Anjos Araújo, orientadas pelo professor
de física e robótica Allan Robson Oliveira dos Santos, expuseram o trabalho a
uma banca de professores, em um evento voltado ao público universitário.
A pesquisa
descreve como a STEM Racing, projeto educacional apoiado pela Fórmula 1,
aproxima os estudantes de diferentes áreas do conhecimento. Organizados como
uma escuderia, os integrantes da Nimble dividem responsabilidades entre
Engenharia, Administração, Marketing e Empreendedorismo Social. Enquanto a
Engenharia desenvolve modelos em 3D, protótipos e estudos de aerodinâmica, a
Administração acompanha recursos e prazos. O Marketing cuida da identidade
visual, das apresentações e do contato com patrocinadores, enquanto o
Empreendedorismo Social leva o conhecimento produzido pela equipe à comunidade.
O estudo
também destaca como as áreas dependem umas das outras para que o projeto
avance. Uma mudança no desenvolvimento de um protótipo, por exemplo, pode
alterar os custos, o cronograma e a forma de apresentar o trabalho. Essa
relação exige planejamento, comunicação e decisões conjuntas. A pesquisa reúne
ainda as apresentações da Nimble em competições realizadas no Brasil e em
Portugal, relacionando a experiência da equipe ao desenvolvimento de conhecimentos
técnicos e habilidades de organização e comunicação.
Para a
integrante da equipe Yohanna, apresentar essa experiência na faculdade
contribuiu para sua formação pessoal e acadêmica. “A Jornada Acadêmica foi uma
experiência muito importante para mim, pois aprendi muito, me desenvolvi e
passei a acreditar mais em mim mesma. Ao longo desse processo, consegui
reconhecer meu potencial. Além disso, senti que desenvolvi habilidades que me
aproximaram de uma visão mais profissional, percebendo que sou capaz de ir além
do que imaginava. Foi uma oportunidade de crescimento, aprendizado e superação
pessoal”, relatou.
O professor
Allan Robson Oliveira dos Santos disse que a participação permitiu aos alunos
conhecer etapas da produção científica, desde a elaboração do resumo até a
apresentação e a defesa do estudo diante de uma banca. “Participar de um evento
acadêmico desse nível é uma excelente oportunidade para os nossos estudantes.
Eles aprendem na prática como se produz e se apresenta uma pesquisa científica.
Além disso, recebem o retorno de professores do ensino superior, que traz um
olhar novo sobre o trabalho e aponta caminhos para aprimorá-lo. Essa troca
amplia a bagagem científica dos alunos e mostra que a pesquisa também tem lugar
no Ensino Médio”, afirmou.
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