SESI de Nova Mutum promove reflexão sobre emoções com alunos do 3º ano
Olimpíada Brasileira de Geografia desafia alunos do SESI de Vilhena a ampliar conhecimentos
Promover os
conhecimentos científicos na área de Geografia, estimulando o pensamento
crítico, o raciocínio espacial, a interpretação de fenômenos naturais e sociais
e a compreensão das transformações do espaço geográfico. Foi com esse objetivo
que os alunos da unidade do Serviço Social da Indústria (SESI) de Vilhena
participaram da 11ª Olimpíada Brasileira de Geografia (OBG 2026), realizada em
formato virtual. Nesta edição, quatro equipes do 9º ano do Ensino Fundamental
II e da 1ª e 2ª séries do Ensino Médio realizaram as provas sob a orientação da
professora de Geografia Carla Rodrigues Santos.
Entre os
participantes, a equipe Eclipse, formada por Letícia Vargas da Silva, Ana Clara
Guerreiro Schau Cysne e Layla Rodrigues Casagrande, alcançou o 16º lugar estadual.
A equipe Latitude Zero, composta por William Gabriel Cardoso de Oliveira,
Miguel Janjacomo Cordeiro da Rocha e Enzo Vinicius Gomes Muniz, ficou na 18ª
posição. Já a equipe Rotas do Saber, com Thalita Lipke Machado, Heloisa Coli
Costa e Lavinia Santana da Silva, conquistou o 37º lugar, enquanto a Atlas
Meridiano 12, integrada por Gabriel de Oliveira Souza, Jefferson Freitas
Lacerda e Dominik Fiuza Câmara, ficou na 61ª posição.
Para a
professora Carla, a competição permitiu relacionar os conteúdos estudados em
sala de aula à realidade dos estudantes. “A experiência contribuiu para
compreender a importância da ciência geográfica na construção do conhecimento e
na análise das transformações da paisagem. Os conhecimentos geográficos estão
diretamente relacionados às vivências das pessoas e à compreensão da realidade
em que estão inseridas”, explicou. A professora também enfatizou a satisfação
em acompanhar o desempenho das equipes e as conquistas alcançadas pelos
participantes.
A experiência
também marcou a jornada dos alunos no campo da Geografia. Thalita Lipke
Machado, do 2º ano do Ensino Médio, ressaltou a aprendizagem em grupo e as
contribuições da competição para sua formação. “Considero minha participação na
OBG extremamente significativa, não somente para a evolução em sala de aula,
mas também para a construção de um futuro sólido.
As
olimpíadas são uma forma positiva de aprendizagem, ganho de experiência e
resiliência, além de aumentar nosso interesse em assuntos diversos”, afirmou.
Enzo Vinicius Gomes Muniz, do 1º ano do Ensino Médio, destacou a surpresa com o
resultado e a conquista de uma medalha de prata. “As provas me mostraram que
somos capazes de conquistar coisas que nem imaginamos e que vale a pena sair da
nossa zona de conforto e tentar coisas novas”, relatou.
A coordenadora
de Educação da unidade, Rosimeire da Costa Lobato Mischiatti, falou sobre a
contribuição da competição para a formação dos estudantes e agradeceu à
professora pelo acompanhamento das equipes. “Acreditamos que experiências como
essa ampliam os horizontes dos estudantes, estimulam a curiosidade, o
pensamento crítico e a capacidade de compreender o mundo em que vivem”,
afirmou. Segundo Rosimeire, a participação na OBG 2026 incentivou o interesse
pela ciência geográfica, o trabalho colaborativo e a busca por novos desafios
acadêmicos, aproximando o conhecimento escolar de situações que exigem análise,
interpretação e tomada de decisões.
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