IMPRENSA
22 de October de 2026 - 17h27

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Olimpíada Brasileira de Geografia desafia alunos do SESI de Vilhena a ampliar conhecimentos

Promover os conhecimentos científicos na área de Geografia, estimulando o pensamento crítico, o raciocínio espacial, a interpretação de fenômenos naturais e sociais e a compreensão das transformações do espaço geográfico. Foi com esse objetivo que os alunos da unidade do Serviço Social da Indústria (SESI) de Vilhena participaram da 11ª Olimpíada Brasileira de Geografia (OBG 2026), realizada em formato virtual. Nesta edição, quatro equipes do 9º ano do Ensino Fundamental II e da 1ª e 2ª séries do Ensino Médio realizaram as provas sob a orientação da professora de Geografia Carla Rodrigues Santos.

 

Entre os participantes, a equipe Eclipse, formada por Letícia Vargas da Silva, Ana Clara Guerreiro Schau Cysne e Layla Rodrigues Casagrande, alcançou o 16º lugar estadual. A equipe Latitude Zero, composta por William Gabriel Cardoso de Oliveira, Miguel Janjacomo Cordeiro da Rocha e Enzo Vinicius Gomes Muniz, ficou na 18ª posição. Já a equipe Rotas do Saber, com Thalita Lipke Machado, Heloisa Coli Costa e Lavinia Santana da Silva, conquistou o 37º lugar, enquanto a Atlas Meridiano 12, integrada por Gabriel de Oliveira Souza, Jefferson Freitas Lacerda e Dominik Fiuza Câmara, ficou na 61ª posição.

 

Para a professora Carla, a competição permitiu relacionar os conteúdos estudados em sala de aula à realidade dos estudantes. “A experiência contribuiu para compreender a importância da ciência geográfica na construção do conhecimento e na análise das transformações da paisagem. Os conhecimentos geográficos estão diretamente relacionados às vivências das pessoas e à compreensão da realidade em que estão inseridas”, explicou. A professora também enfatizou a satisfação em acompanhar o desempenho das equipes e as conquistas alcançadas pelos participantes.

 

A experiência também marcou a jornada dos alunos no campo da Geografia. Thalita Lipke Machado, do 2º ano do Ensino Médio, ressaltou a aprendizagem em grupo e as contribuições da competição para sua formação. “Considero minha participação na OBG extremamente significativa, não somente para a evolução em sala de aula, mas também para a construção de um futuro sólido.

 

As olimpíadas são uma forma positiva de aprendizagem, ganho de experiência e resiliência, além de aumentar nosso interesse em assuntos diversos”, afirmou. Enzo Vinicius Gomes Muniz, do 1º ano do Ensino Médio, destacou a surpresa com o resultado e a conquista de uma medalha de prata. “As provas me mostraram que somos capazes de conquistar coisas que nem imaginamos e que vale a pena sair da nossa zona de conforto e tentar coisas novas”, relatou.

 

A coordenadora de Educação da unidade, Rosimeire da Costa Lobato Mischiatti, falou sobre a contribuição da competição para a formação dos estudantes e agradeceu à professora pelo acompanhamento das equipes. “Acreditamos que experiências como essa ampliam os horizontes dos estudantes, estimulam a curiosidade, o pensamento crítico e a capacidade de compreender o mundo em que vivem”, afirmou. Segundo Rosimeire, a participação na OBG 2026 incentivou o interesse pela ciência geográfica, o trabalho colaborativo e a busca por novos desafios acadêmicos, aproximando o conhecimento escolar de situações que exigem análise, interpretação e tomada de decisões.



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