Estudantes do SESI de Porto Velho intensificam rotina com aulão preparatório de Ciências da Natureza
Professores de Porto Velho e Nova Mutum unem teoria e prática para inovar nas aulas de robótica
Professores
do Ensino Fundamental das unidades do Serviço Social da Indústria (SESI), de
Porto Velho e Nova Mutum participaram de um encontro de capacitação voltado ao
ensino de robótica. Orientado pela docente Adriana Simões, da turma de 5º ano,
o treinamento uniu embasamento pedagógico e dinâmicas mão na massa. Durante o
encontro, os educadores vivenciaram desafios em equipes divididas por série,
criando protótipos e montagens que simulavam situações reais para compreender
como essa ferramenta amplia a aprendizagem das crianças desde os primeiros anos
de escolarização.
A inserção
dos recursos tecnológicos nas turmas de 1º ao 5º ano estimula o pensamento
computacional, a criatividade e a cooperação entre os estudantes. Em vez de
atuarem apenas como consumidores de conteúdos digitais, as crianças aprendem a
estruturar o raciocínio para construir soluções.
Segundo a
professora, Ana Paula Souza, a experiência em grupo desperta a curiosidade
natural da infância e transforma conceitos matemáticos e de engenharia em
descobertas vivas na sala de aula, preparando os alunos para as exigências do
mundo contemporâneo. Ela falou ainda da metodologia utilizada pela professora
Adriana durante a explanação. “Momento rico de aprendizado. A Adriana conseguiu
descomplicar o assunto e entregar um conteúdo leve, simples e proveitoso”,
ressaltou.
A
colaboração direta entre as equipes docentes fortalece o alinhamento pedagógico
entre as unidades do SESI. “"A troca de experiências enriquece nosso
planejamento e nos inspira a inovar nas aulas”, afirmou a pedagoga da unidade
de Nova Mutum, Priscila Coutinho.
Ao
compartilharem vivências e estratégias de ensino, as equipes refinam seus
planejamentos curriculares e constroem metodologias integradas. A pedagoga do
SESI de Porto Velho, Sussileide Morais enfatizou a importância da introdução da
robótica já nos primeiros anos. “A robótica nos anos iniciais ajuda a
desenvolver aptidões importantes como lógica, criatividade e companheirismo. Esse
intercâmbio contínuo garante um ambiente dinâmico em que os professores aplicam
as novidades tecnológicas de forma fluida, adaptada à faixa etária de cada
turma”, afirmou.
A expansão
da robótica pedagógica consolidou um momento esclarecedor para o corpo docente.
As turmas ganham rotinas mais envolventes e interativas, enquanto os
professores contam com ferramentas práticas para guiar as futuras gerações em
uma jornada de autonomia, raciocínio crítico e preparação constante para o
futuro. “Momentos formativos são essenciais para aprimorarmos nossas práticas e
garantir um ensino de excelência”, complementou a coordenadora de Educação das
unidades, Ana Paula de Almeida.
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