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STI-SENAI entrega projeto em BIM para construção do novo prédio do SENAI em Vilhena
A Gerência de Engenharia, Infraestrutura e Manutenção da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO) recebeu, nesta segunda-feira, 13, o primeiro projeto desenvolvido pela equipe do BIM Office, totalmente estruturado nesse modelo, para a construção do novo prédio do SENAI em Vilhena. A entrega foi realizada pela Gerência de Soluções em Tecnologia e Inovação (STI) do SENAI-RO, na sala de reuniões da presidência, com a participação das equipes técnicas das duas áreas.
O gerente
de STI, José Rafael Lopes, explicou que o uso do BIM já integra a rotina de
desenvolvimento de projetos da equipe. Segundo ele, o trabalho também atende
demandas de outros regionais, como o SENAI do Amapá, que atualmente conta com
suporte técnico de Rondônia na elaboração de projetos para obras locais. Lopes
destacou ainda que há tratativas em andamento com outros estados interessados
na metodologia.
Na
sequência, a consultora Luciana Virgolino apresentou o modelo tridimensional da
futura unidade, permitindo uma visualização detalhada da estrutura. O
engenheiro Brunno Resplandes complementou com a exposição das planilhas
orçamentárias, demonstrando como o sistema contribui para maior precisão nos
custos. A equipe de engenharia e arquitetura aproveitou o momento para
esclarecer dúvidas sobre os processos adotados pelo BIM Office, coordenado por
Leone Augusto Bezerra Leitão.
De acordo
com a gerente de Engenharia, Géssica Zanettin, a utilização do BIM contribui
para maior controle das etapas do projeto, desde a concepção até a execução da
obra. Ela explicou que a tecnologia possibilita identificar interferências
antes do início da construção, o que reduz ajustes durante a execução e melhora
o acompanhamento técnico e financeiro. Como exemplo, projetos modelados em BIM
permitem simular instalações elétricas e hidráulicas, evitando conflitos entre
sistemas.
Géssica
acrescentou que a adoção da metodologia também acompanha diretrizes legais que
incentivam o uso do BIM em obras públicas no Brasil. “Com a entrega do projeto
de Vilhena, a expectativa é de maior previsibilidade no cronograma e nos custos
da obra, além de ganhos na qualidade final da edificação”, concluiu.
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