IMPRENSA
06 de March de 2026 - 08h10

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SESI de Pimenta Bueno resgata brincadeira tradicional em atividade de Robótica

Estudantes do Serviço Social da Indústria (SESI), da unidade de Pimenta Bueno participaram, nesta semana, de uma atividade diferente nas aulas de Robótica que trouxe para o ambiente escolar uma brincadeira conhecida por muitas gerações: soltar pipa. Orientados pela professora Ingrid Machado, os alunos foram convidados a construir o próprio brinquedo e, ao mesmo tempo, explorar conceitos trabalhados em sala de aula. A proposta aproximou práticas culturais do uso da tecnologia, criando uma experiência de aprendizagem conectada com o cotidiano dos estudantes.

 

O trabalho começou com uma pesquisa sobre a origem da pipa em diferentes culturas. Em grupos, os alunos levantaram informações sobre como o brinquedo surgiu, de que forma se espalhou pelo mundo e como passou a fazer parte das brincadeiras populares no Brasil. A investigação serviu como ponto de partida para discussões em sala e para a organização das etapas seguintes da atividade.

 

Depois da pesquisa, os estudantes colocaram a mão na massa. Utilizando papel de seda, varetas e linha, cada grupo planejou e montou sua própria pipa. Durante a construção, surgiram conversas sobre equilíbrio, resistência dos materiais e direção do vento, elementos que dialogam com conceitos trabalhados nas aulas de Robótica e de Ciências. A atividade também exigiu cooperação entre os colegas e atenção em cada etapa do processo.

 

Como parte do projeto, os grupos produziram vídeos explicativos mostrando o passo a passo da construção das pipas. Os registros foram organizados e editados pelos próprios alunos, que apresentaram o resultado do trabalho para a turma. O exercício contribuiu para o desenvolvimento da comunicação, da organização de ideias e do uso consciente de ferramentas digitais.

 

Conforme o gerente da unidade, Diógenes Pierre de Moraes, essa experiência contribui para a compreensão dos alunos sobre o papel da tecnologia na vida cotidiana. “Quando eles percebem que podem utilizar recursos digitais para pesquisar e registrar conhecimentos ligados a práticas tradicionais, passam a enxergar a tecnologia como uma ferramenta de aprendizado e de valorização da cultura”, afirmou.


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