Alunos do SESI de Cacoal exploram a vida por meio do microscópio em aula prática
SESI de Pimenta Bueno resgata brincadeira tradicional em atividade de Robótica
Estudantes
do Serviço Social da Indústria (SESI), da unidade de Pimenta Bueno
participaram, nesta semana, de uma atividade diferente nas aulas de Robótica
que trouxe para o ambiente escolar uma brincadeira conhecida por muitas
gerações: soltar pipa. Orientados pela professora Ingrid Machado, os alunos
foram convidados a construir o próprio brinquedo e, ao mesmo tempo, explorar
conceitos trabalhados em sala de aula. A proposta aproximou práticas culturais
do uso da tecnologia, criando uma experiência de aprendizagem conectada com o
cotidiano dos estudantes.
O trabalho
começou com uma pesquisa sobre a origem da pipa em diferentes culturas. Em
grupos, os alunos levantaram informações sobre como o brinquedo surgiu, de que
forma se espalhou pelo mundo e como passou a fazer parte das brincadeiras
populares no Brasil. A investigação serviu como ponto de partida para
discussões em sala e para a organização das etapas seguintes da atividade.
Depois da
pesquisa, os estudantes colocaram a mão na massa. Utilizando papel de seda,
varetas e linha, cada grupo planejou e montou sua própria pipa. Durante a
construção, surgiram conversas sobre equilíbrio, resistência dos materiais e
direção do vento, elementos que dialogam com conceitos trabalhados nas aulas de
Robótica e de Ciências. A atividade também exigiu cooperação entre os colegas e
atenção em cada etapa do processo.
Como parte
do projeto, os grupos produziram vídeos explicativos mostrando o passo a passo
da construção das pipas. Os registros foram organizados e editados pelos
próprios alunos, que apresentaram o resultado do trabalho para a turma. O
exercício contribuiu para o desenvolvimento da comunicação, da organização de
ideias e do uso consciente de ferramentas digitais.
Conforme o
gerente da unidade, Diógenes Pierre de Moraes, essa experiência contribui para
a compreensão dos alunos sobre o papel da tecnologia na vida cotidiana. “Quando
eles percebem que podem utilizar recursos digitais para pesquisar e registrar
conhecimentos ligados a práticas tradicionais, passam a enxergar a tecnologia
como uma ferramenta de aprendizado e de valorização da cultura”, afirmou.
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