SESI Saúde de Ji-Paraná reúne equipe da Takigawa para debate sobre bem-estar e escuta
Cuidado com a saúde mental ganha espaço nas turmas do SESI de Cacoal e EJA em São Miguel
A unidade
do Serviço Social da Indústria (SESI) de Cacoal reuniu estudantes do Ensino
Fundamental II e do Ensino Médio em momentos de atendimento individual e
conversas coletivas dedicados ao bem-estar emocional durante o Setembro
Amarelo. O trabalho ofereceu suporte direto a jovens que enfrentam a pressão de
exames como o Enem, o dilema da escolha profissional e as incertezas típicas da
juventude. Conduzido por profissionais de pedagogia e psicopedagogia com o
auxílio de universitários de Psicologia, o projeto disponibilizou um plantão de
acolhimento para orientar e dialogar sobre temas como ansiedade e rotina de
estudos.
“Buscamos
garantir que cada jovem encontre na instituição um ambiente seguro para conversar
e buscar orientação sem medo”, afirmou a psicopedagoga Kátia Carneiro. “O suporte
às emoções precisa continuar na rotina diária", complementou.
Para a
gerente da unidade, Vanessa Sousa, o atendimento integrado busca equilibrar a
preparação acadêmica e o acompanhamento pessoal no cotidiano escolar. “Formar
cidadãos exige atenção permanente ao estado emocional de quem está em sala de
aula", explicou. “A equipe permanece mobilizada para orientar as turmas em
todas as etapas de sua trajetória”, conclui.
EJA-São Miguel
Além do
ambiente escolar tradicional, o diálogo sobre o bem-estar mental alcançou a
Educação de Jovens e Adultos (EJA) na unidade da JBS em São Miguel do Guaporé.
Sob a condução da pedagoga do SESI de Cacoal, Luciene Souza Pereira, os alunos
participaram de momentos de reflexão voltados ao autocuidado e ao equilíbrio
entre a saúde física e psicológica. Os encontros contaram com a distribuição de
materiais educativos que trouxeram orientações práticas de convivência diária e
a divulgação dos canais gratuitos de atendimento do Centro de Valorização da
Vida (CVV), pelo número 188.
“Abordar a
saúde emocional no ambiente corporativo e educacional abre espaço para a
reflexão pessoal”, informou Kátia Carneiro, que também participou da realização
da conscientização sobre o tema, junto à turma da EJA. “Procurar apoio nos
momentos de dificuldade representa responsabilidade com a própria vida”,
acrescentou.
Essa
extensão das conversas direcionadas aos trabalhadores estudantes reforça a
presença da conscientização em diferentes etapas da rotina profissional e
pessoal. A movimentação consolida uma rede de acolhimento contínua, estimulando
a percepção dos próprios sentimentos e a busca por ajuda especializada em toda
a região.
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