IMPRENSA
12 de November de 2024 - 16h38

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Presidente da FIERO participa da COP29 e defende o protagonismo da indústria Amazônica

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), Marcelo Thomé, participou da cerimônia de abertura do estande da Confederação Nacional da Indústria (CNI) na COP29, junto a grandes líderes como Ricardo Alban, presidente da CNI, e outros representantes do setor público e privado.


Segundo Thomé, a CNI tem sido um farol de liderança, promovendo uma estratégia de baixo carbono para a indústria brasileira e mostrando ao mundo que o setor industrial é parte da solução para os desafios climáticos. “É verdade que a indústria não é o setor que mais emite gases de efeito estufa no Brasil, mas tem sido, sem dúvida, o que mais tem investido e adotado ações concretas para reduzir suas emissões”, afirmou.


O estande da CNI foi dedicado à promoção de uma estratégia de baixo carbono para o setor industrial brasileiro. No auditório "Arena Indústria Sustentável", foram apresentadas iniciativas pioneiras e debatidos os principais temas da conferência, reafirmando o compromisso da indústria com a agenda climática global.


O presidente da FIERO também participou do painel "Legado Sustentável: O Papel da Indústria da Amazônia na COP30", e pôde destacar as ações que estão sendo tomadas pela indústria da Amazônia, que tem um papel estratégico para o futuro sustentável da região. As Federações de Indústrias da Amazônia Legal, por meio do Instituto Amazônia+21, estão ajudando a fomentar uma nova economia verde para a região, com foco em negócios sustentáveis e na promoção de investimentos sustentáveis que beneficiem diretamente a população local.


“A nossa região, a Amazônia, enfrenta desafios únicos, mas também oportunidades extraordinárias para ser protagonista no combate à crise climática. A floresta amazônica tem o potencial de ser a grande locomotiva para a economia verde, por meio da bioeconomia e das soluções sustentáveis que podem beneficiar não apenas o Brasil, mas o mundo inteiro”, disse Thomé. 


A agenda climática é uma responsabilidade compartilhada, e a indústria brasileira tem se mostrado pronta para enfrentar esse desafio. Recentemente, a CNI entregou ao Congresso Nacional a chamada Pauta Mínima, que reúne 12 propostas de impacto para o desenvolvimento econômico e social do país. A criação de um mercado de carbono, que permita a empresas brasileiras compensarem suas emissões de gases de efeito estufa, é uma prioridade dessa agenda legislativa. 


A Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP29) teve início nesta segunda-feira, 11 e se estenderá até o dia 22 de novembro. O evento reúne diplomatas, especialistas, representantes de organizações não governamentais, além de autoridades dos setores público e privado, com foco principal no financiamento para apoiar os países em desenvolvimento no enfrentamento à crise climática.

Jornalista: Thais Rivero

Foto: CNI


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