FIERO recebe Uma Concertação pela Amazônia para diálogo sobre desenvolvimento da região
FIERO marca presença na Conferência Nacional do Trabalho
A Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO) esteve presente na II Conferência Nacional do Trabalho (CNT), realizada nesta semana, no complexo do Anhembi, em São Paulo. Entre os dias 3 e 5, membros dos segmentos dos empregados, empregadores e governo estiveram reunidos para tratar dos rumos para nortear as políticas públicas de trabalho, seus desafios e transformações.
Em formato tripartite, que envolve
os segmentos dos empregadores, empregados e governo, a Conferência Nacional do
Trabalho foi um espaço em que o debate conduziu todos os processos de
negociação até chegar à votação das propostas apresentadas no encontro voltadas
ao fortalecimento das relações de trabalho, da negociação coletiva e da
segurança jurídica
A
superintendente da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego em Rondônia
(SRTE), delegada da bancada do governo e conselheira do Serviço Social da
Indústria (SESI) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) em
Rondônia, Tereza Janete Córdova dos Santos, ressaltou que a conferência abriu
espaço para o debate social e para a busca de soluções voltadas à prevenção e
mediação de conflitos. “A relação tripartite na promoção do trabalho decente é
uma pauta que temos trabalhado em Rondônia”, afirmou. Na sua avaliação, o
evento foi marcado por debates conduzidos com respeito e participação ativa dos
presentes, o que contribuiu para a construção de propostas discutidas durante
as reuniões.
O superintendente
da FIERO, Gilberto Baptista, delegado da bancada dos empregadores, destacou a
importância do diálogo entre todos os setores envolvidos na conferência.
Segundo ele, quando trabalhadores, empresas e governo participam do mesmo
espaço de debate, surgem caminhos mais consistentes para enfrentar desafios que
impactam diretamente o ambiente produtivo e o cotidiano das empresas. “Em
Rondônia, o consenso sempre prevaleceu nas negociações coletivas”, afirmou.
Para ambos,
esse modelo de construção colaborativa contribui para a formulação de políticas
públicas alinhadas à realidade do país. Eles acreditam que iniciativas baseadas
no diálogo e na participação dos diferentes setores ajudam a criar condições
para que o Brasil avance em produtividade e também em justiça nas relações de
trabalho.
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