Políticas ambientais e mercado de carbono são temas da reunião do COEMAS
Indicadores mostram desaceleração da indústria em setembro, avalia CNI
Emprego industrial ficou estagnado em relação ao mês anterior, faturamento caiu, utilização da capacidade instalada e rendimento médio do trabalhador seguem tendência de retração
Os Indicadores Industriais, mostram um cenário pior para indústria em setembro em relação a agosto deste ano. O emprego da indústria de transformação, que cresceu a taxas elevadas nos últimos meses, desacelerou. O faturamento caiu 1,5%. A Utilização da Capacidade Instalada (UCI) registrou a terceira queda seguida e o rendimento médio real segue tendência de retração.
O gerente de Análise Econômica, Marcelo Azevedo, destaca que o resultado de setembro reforça a perda de dinamismo do emprego industrial. “O emprego vinha crescendo de forma intensa e contínua, já havia perdido ritmo em agosto e, em setembro, interrompeu a sequência de 13 meses consecutivos de altas”, explica.
Os dados mostram uma desaceleração no crescimento da indústria nesse terceiro trimestre. Esse quadro é resultado da alta de juros, da inflação, da falta de insumos e da crise hídrica. “A economia continua em trajetória de normalização com o avanço da vacinação. A indústria poderia estar em melhor momento, mas essa série de problemas traz insegurança e trava a atividade”, explica o economista.
Mais notícias
Observatório da Indústria divulga dados da balança comercial de Rondônia
Primeira reunião do COMPEM de 2026 tem diálogo sobre crédito, inovação e impactos da Reforma Tributária
Jornada Nacional de Inovação da Indústria trata de transformação ecológica e digital na FIERO
