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Lei da Reciprocidade: CNI pede prudência e insistência no processo de negociações com os EUA
Presidente Ricardo Alban lidera comitiva a Washington na semana que vem para reuniões bilaterais e preparação da defesa do setor produtivo brasileiro na investigação nos termos da Seção 301
A
Confederação Nacional da Indústria (CNI) defende a persistência no uso de
instrumentos de negociação como forma de reverter os efeitos nocivos do
tarifaço imposto pelos Estados Unidos sobre as exportações brasileiras. O setor
industrial continuará buscando os caminhos do diálogo e da prudência, e avalia
que não é o momento para a aplicação da Lei da Reciprocidade Econômica.
Para
o presidente da CNI, Ricardo Alban, o momento exige cautela e discussões
técnicas. Neste sentido, uma comitiva liderada pela CNI com mais de 100 líderes
de associações e empresários industriais desembarcará no começo da semana que
vem em Washington, para uma série de compromissos com empresários e
representantes do poder público dos EUA.
“Precisamos
de todas as formas buscar manter a firme e propositiva relação de mais de 200
anos entre Brasil e Estados Unidos”, afirma Alban. “Nosso propósito é abrir
caminhos para contribuir com uma negociação que possa levar à reversão da taxa
de 50% e/ou buscar obter mais rapidamente o aumento de exceções ao tarifaço
sobre produtos brasileiros”, acrescenta o presidente da CNI.
Alban
alerta que é importante observar que as economias brasileira e americana são
complementares. Na corrente de comércio, os bens intermediários (insumos
produtivos) representaram 58% do que foi comercializado entre os dois países na
última década.
A
agenda em Washington contempla encontros bilaterais entre instituições
empresariais brasileiras e suas contrapartes e parceiros nos EUA, e reunião
plenária para discutir os impactos comerciais e estratégias para aprofundar a
parceria econômica entre os dois países.
A
CNI também vai promover encontros estratégicos preparatórios para a defesa do
setor industrial na audiência pública, marcada para o dia 3 de setembro, sobre
a investigação aberta em julho pelo governo norte-americano nos termos da Seção
301 da Lei de Comércio dos Estados Unidos. Como representante do setor
industrial brasileiro, a CNI formalizou uma manifestação em defesa do Brasil,
argumentando que o país não adota práticas injustificáveis, discriminatórias ou
restritivas ao comércio bilateral.
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